ERA UMA VEZ... Um filho que sonhava em ter um carro, em ter uma vida independente. Quando estava prestes a completar 18 anos, o pai lhe prometeu que quando passasse no vestibular, no curso que o filho realmente gostasse, ganharia o tão sonhado carro. O filho, então, se esforçou ainda mais para passar, e conseguiu entrar para a faculdade de medicina.
Na festa de comemoração, o filho teve certeza de que ganharia o seu tão esperado presente. Ao levantar um brinde, o pai disse: “ao meu persistente filho. Que você realmente aproveite seu curso, a sua vida.”. E lhe entregou uma caixa de presentes. Com uma enorme emoção, e com a certeza de que na caixa estava a chave do seu carro, o filho abriu a caixa. E, para sua grande surpresa, dentro da caixa havia uma bíblia. Visivelmente decepcionado, o filho nada disse.
Ao começar os seus estudos, o filho só fez se afastar ainda mais do pai, indo, inclusive, morar no campus da faculdade. O tempo passou, o filho se formou, conseguiu entrar para um bom hospital. Mas jamais perdoou o pai pelo presente trocado, se sentindo sempre enganado.
O pai, então, veio a falecer. No funeral, a mãe perguntou ao filho por que ele continuava indiferente ao presente do pai, que ficara jogado num canto do seu antigo quarto. Voltando á casa, o filho decidiu abrir sua bíblia. E, para sua surpresa, dentro havia um envelope. Tomado por uma enorme emoção, abriu o envelope. Dentro desse envelope, havia uma carta e um cheque. A carta dizia: “meu querido filho, decidi fazer um cheque, para que você possa escolher o carro que mais lhe agradar. E te dou também um presente ainda mais valioso, essa bíblia, para que você aprenda a fazer o bem, não pela recompensa, mas por encontrar satisfação, paz de espírito e saber que é o certo a se fazer. Com amor, seu pai.”.
O filho se viu com um enorme remorso, e caiu em um choro que parecia não ter mais fim.
Muitas vezes, não saber perdoar causa mais prejuízo a nós mesmos do que àquele que não foi perdoado. Portanto: “se você quer ser feliz por um minuto, vingue-se; se você quer ser feliz pela vida toda, perdoe!”.
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
Aprendendo...
Tem coisas que passamos tempos ouvindo, só que nem sempre fazem total sentido, a não ser que vivenciemos. Por muitas vezes, eu ouço quem diga que é preciso estar alerta sobre quem eu escolho para ser amigo, para entender como quem, de fato, eu possa confiar. Mas, por mais que ouça com carinho, que queira acolher as palavras e, acima de tudo, pô-las em prática, é difícil ver alguém tão próximo e não me sentir “amiga”.
Há pouco tempo, retratando o que eu digo, alguém me disse, repassando o que ouviu de outra pessoa (e ela aprendeu): “abre o olho, é cada um por si”. Eu concordei, quis abrir o olho em todos os sentidos. Mas, eu consigo?!
Ainda preciso me decepcionar mais algumas vezes, quebrar minha car, consertar, quebrar de novo. Talvez perceber no sapo um príncipe mais umas centenas de vezes, tentar buscá-lo, me iludir, me desiludir de novo. Só espero, sinceramente, que não seja mais tantas (e doídas!) vezes. Até porque, mais um pouquinho, não vou mais ter cara para consertar, nem coração para recolar.
Hoje li esse texto, que me fez pensar (junto com uma outra situação): “Alguns relacionamentos nos alimentam e nos tornem pessoas melhores, enquanto outros simplesmente nos exaurem. Por que mantemos contato com maus amigos, parentes, namorados? Culpa? Medo da solidão? Por achar que algum dia receberemos alguma coisa dessas pessoas? Medo de magoá-las? Esqueça. Se um laço emocional não traz nada de positivo, para quê mantê-lo? Relacionamentos são como fogueiras-exigem constante oxigênio e lenha, isso é, amor e atenção. Deixar acesas um monte de fogueiras só por medo de deixar que se apaguem só suga sua energia vital. Seu combustível é limitado. É muito mais proveitoso investir todo seu amor nas pessoas com quem você está totalmente comprometido. É um risco deixar uma fogueira se apagar, mas o benefício está em liberar mais energia para devotar a manter acesos fogos realmente benéficos.”
Trocando em miúdos, vou tentar fazer como um grande amigo me disse que faria: vou rever meus conceitos, avaliar quem gosta de mim, aprender a me doar menos e, principalmente, esperar um pouco menos dos outros. Quando eu aprender a esperar menos, tudo em minha vida começará a fluir muito melhor, vou sofrer menos.
Há pouco tempo, retratando o que eu digo, alguém me disse, repassando o que ouviu de outra pessoa (e ela aprendeu): “abre o olho, é cada um por si”. Eu concordei, quis abrir o olho em todos os sentidos. Mas, eu consigo?!
Ainda preciso me decepcionar mais algumas vezes, quebrar minha car, consertar, quebrar de novo. Talvez perceber no sapo um príncipe mais umas centenas de vezes, tentar buscá-lo, me iludir, me desiludir de novo. Só espero, sinceramente, que não seja mais tantas (e doídas!) vezes. Até porque, mais um pouquinho, não vou mais ter cara para consertar, nem coração para recolar.
Hoje li esse texto, que me fez pensar (junto com uma outra situação): “Alguns relacionamentos nos alimentam e nos tornem pessoas melhores, enquanto outros simplesmente nos exaurem. Por que mantemos contato com maus amigos, parentes, namorados? Culpa? Medo da solidão? Por achar que algum dia receberemos alguma coisa dessas pessoas? Medo de magoá-las? Esqueça. Se um laço emocional não traz nada de positivo, para quê mantê-lo? Relacionamentos são como fogueiras-exigem constante oxigênio e lenha, isso é, amor e atenção. Deixar acesas um monte de fogueiras só por medo de deixar que se apaguem só suga sua energia vital. Seu combustível é limitado. É muito mais proveitoso investir todo seu amor nas pessoas com quem você está totalmente comprometido. É um risco deixar uma fogueira se apagar, mas o benefício está em liberar mais energia para devotar a manter acesos fogos realmente benéficos.”
Trocando em miúdos, vou tentar fazer como um grande amigo me disse que faria: vou rever meus conceitos, avaliar quem gosta de mim, aprender a me doar menos e, principalmente, esperar um pouco menos dos outros. Quando eu aprender a esperar menos, tudo em minha vida começará a fluir muito melhor, vou sofrer menos.
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