quarta-feira, 28 de julho de 2010

Uma das boas coisas da vida

* Encontrar um velho amigo e descobrir que tem coisas que nunca mudam

Estava meio desanimadinha ontem. Acordei bem animada, mas quando tenho respostas que não eram bem o que eu gostaria de ouvir acabo ficando meio assim-assim.

Mas a vida é desse jeito, e mesmo desanimada precisei continuar. No final da noite, quando não esperava mais nada além de tentar terminar de ver Coco Antes de Chanel e ficar um pouco na internet (que fica cada vez mais entediante...), um amigo meu de muitos anos aparece no meu portão para uma visita. Sabe aquelas pessoas que mesmo não estando ao seu lado todos os dias você pode considerar como alguém que está por perto? Então, o Bruno é assim. Um amigo muito muito querido, que mesmo morando tão perto não consigo encontrar nunca por conta dessa vida maluca que nós dois temos!

Foi ótimo falar sobre a vida, conversar sem ter nenhum compromisso com o tempo, lembrar da época em que éramos completamente aloprados... Minha noite terminou de forma agradabilíssima, e eu juro que nunca esperaria por isso. Não consegui ainda ver o final do filme, mas melhor do que qualquer dvd foi realmente descobrir que, por mais que o tempo passe, por mais que a vida mude, por mais que as obrigações e compromissos nos tornem mais sérios ou diferentes, os amigos de verdade ficam pra sempre. É como alguém me disse um dia: a essência nunca muda.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Andando com a lista

Aeeee!!!

29 - Publicar um texto ou livro em algum lugar

Consegui! Um dos textos que escrevo no trabalho e que ficam de stand by pra serem divulgados a qualquer momento foi essa semana! Com isso, menos um item da lista!

terça-feira, 20 de julho de 2010

Falha

54 - Comer um prato de salada por dia

Eu não cozinho. Nunca. E algumas vezes, até me orgulho disso. Acho que não deveria ter colocado alguma coisa desse tipo, porque além de exigir disciplina, exige que se esteja na cozinha quando não tivesse salada pronta. Minha mãe me mandaria fazer minha própria salada, caso não tivesse e eu quisesse comer. Talvez eu fizesse isso na primeira, na segunda semana, mas tenho certeza de que não iria longe.
Tudo bem que eu nem mesmo tentei. Fui deixando pro outro dia, pro outro dia... Quando percebi, a lista já estava no blog há um mês e eu nem tinha comido um pratinho de salda sequer!
Abortando a missão. Menos um item da lista...

Comprinhas

42 - Assinar a revista Nova

Assinei! Fácil assim! Liguei pra abril e pedi a assinatura. A primeira revista chega no inicio de agosto, eu acho. Fiquei muito feliz com a minha mais nova aquisição. Só ficaria mais feliz comprando um vestido novo e/ou uma sandália/sapato antes do meu aniversario, mesmo nem estando previsto na minha listinha!!

Inferno Astral

Falta menos de um mês para o meu aniversario. E por mais esquisito que isso possa parecer, eu já estive mais ansiosa para essa data querida. Não pode ser meramente coisa da minha cabeça: acho mesmo que esse tal inferno astral existe. Tudo bem, preciso admitir que coisas muito boas já me aconteceram às vésperas do dia em que eu fico mais velhinha, como da vez em que ganhei minha bolsa assim, sem mais nem menos, ou conheci o que poderia ser o Príncipe Encantado (que permanece encantado porque voltou pra casa dele...).

Tenho mesmo essa síndrome de Harry Potter, que se sente pouco a vontade a medida que o aniversario dele se aproxima. Minha prima diz que poderia ser mal do signo (já que o Harry também é leonino), mas conheço muitos outros leoninos que ficam felizes com a chegada de seus aniversários. Não acredito que possa ser.

Não sei bem o porque, mas me parece que tudo em volta esta mesmo conspirando contra mim. Não sei se é como se as coisas tivessem que ficar estranhas, ou chatas, ou ruins, ou o mundo desabar para que melhorasse em seguida. Tentei acreditar que essa historia toda fosse força da imaginação: vou acreditar que não acontece, e assim não acontece. Não funcionou muito bem. A síndrome potterniana continuou a me assombrar, e as coisas continuam meio estranhas!!!

De qualquer forma, vou tentar me animar mais um pouquinho. Afinal, aniversario é só uma vez por ano, e o meu consta na minha lista das 101 coisas que me deixam feliz. De repente o ócio contemplativo dessas duas semanas de férias me deixaram mais ociosa do que eu poderia ficar. Sabe a historia da mente vazia? Pois é, a minha está. Parece que o tal do inferno astral só acaba no dia do aniversario. Mas o meu TEM que ser diferente: vai acabar no exato momento em que eu acabar de escrever esse texto! Ainda faltaria muito se eu tivesse que esperar pela data certa! E quem manda sou eu, né? Pára!!! Sendo assim: bye, bye, inferno astral! E não vejo você em 2011!

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Menos um item da lista

84 – Sair no final de semana e não ficar com ninguém

Pois e, o item que muitos nao acreditava que eu fosse capaz de cumprir!!! Ate que nao foi dificil...

Na semana passada, fiquei pensando nas coisas que eu espero. E deduzi que para conseguir essas coisas, preciso mudar, mas mudar comigo mesma.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

a procura do “alguma coisa” perfeito

No ultimo fim de semana, mesmo meio desanimada, decidi sair. Mesmo tendo ido com um carinha que já tinha ficado, mas nem queria ver de novo, saí. O fim de semana acabou nem sendo essas coisas, não aproveitei como queria, não fui onde queria, enfim, já tive fins de semana melhores. Mas tudo tem um lado positivo.

O tal do carinha, dias depois, se mostrou sendo mais um idiota, mais um tipinho que realmente não faço questão em ter sequer em minha lista de contatos. Não sei por que ainda subestimo o meu sexto sentido...

Passando então por mais um desses, me peguei pensando (novamente) no que eu espero, afinal. Escutei mais de duas vezes em menos de uma semana que eu sou uma pessoa muito complicada. Mas não acredito nisso. Não me acho nem um pouquinho complicada. Talvez eu apenas idealize demais. Mas quem não idealiza???

Na verdade, o que eu espero talvez seja um pouco difícil de entender, ou um pouco difícil de conseguir. Mas isso não me torna complicada. Quem sabe até exigente. Eu só espero encontrar alguém que tope meus programas de índio, como os chama minha prima: ir ao zoológico, na biblioteca, caminhar na praia, assistir uma peça, tomar um sorvete no meio da tarde, procurar cd mesmo que não vá comprar... essas coisas simplezinhas, mas que me deixam feliz. Não quero, porém, um namorado. Pode parecer estranho, mas eu não quero. E não entenda isso como um ode a solterice, que não é o caso. Costumo dizer que procuro o meu “Mr. Big”, como o da Carrie, de Sex and the City: gosta dela, sim; está com ela, sim. Mas isso não os tornava um casal de namorados. Eu gosto da sensação de curtir alguém, e acho que tenho medo de estragar isso.

Isso é o que uma amiga chama de complicado. Não acho que seja, mas talvez eu pense assim por ter isso perfeitamente idealizado e prontinho em minha cabeça. Tenho isso como o relacionamento perfeito – pelo menos é perfeito em minha concepção. Uma outra amiga diz que eu procuro, na verdade, um tal de “amigo colorido”. Acho que o problema é exatamente esse: por que tudo tem que estar rotulado, nomeado? Por que não posso simplesmente estar a procura do meu “Mr. Big”?

Pode ser que essa minha procura acabe sendo mais difícil do que possa parecer na teoria. Mas tenho certeza de que essa pessoa existe. Juro que não estou como a princesa à espera do Príncipe Encantado, que virá montado no cavalo branco. Quero, sim, alguém real, que tope esses meus programinhas e sugira os seus, que me escute e que fale de si, que tenha o que me dizer, sem ser o “romântico meloso”, que entenda que precisamos de espaço, que me ache uma pessoa interessante (e não só uma mulher interessante), mas que também tenha suas dificuldades e problemas, suas imperfeições, seus defeitos, assim como eu tenho os meus.

Na verdade, eu nem sei o que tenho que fazer para encontrar essa tal pessoa. Mas sei que existe, sim. Pode parecer loucura, um surto, ou que eu nunca (nuca, nunca!!) vou achar esse tal ser humano. Mas quando eu topar com ele por aí, sei que ele nem vai achar essa minha idéia tão delirante assim...