O tal do dinheiro. Ah, esse pedido é mole! Pedia logo uns 50 milhões, comprava casa, carro, pagava todas as contas, muuuuuitas roupas, sapatos, bolsas, acessórios, mandava construir um closet enorme e lotava todo ele. E o resto, eu investia em casa, terreno, banco. Acho que esse é fácil. Será mesmo? Como será administrar tudo isso, dar conta dos amigos, dos “amigos”, os que amam muito, separar joio do trigo, saber dizer nãos. Talvez não seja tão fácil assim.
O amor. Ahhhh, o amor… Mas esse eu já sei que seria mesmo complicado. Imagina: alguém que me ama e que eu ame de volta, que entenda e aceite minhas (muitas) neuras, que saiba elogiar nos momentos certos, me deixar um pouco sozinha quando for o momento, ser carente, ser amável. E que tenha problemas também, que é pra não perder de tudo a graça.
Começo a pensar que a vida é boa mesmo como ela é. Temos que nos arriscar mesmo, correr atrás das nossas realizações, sonhos e projetos, quebrar a cara, levantar, chorar, rir, se decepcionar, se surpreender. Afinal das contas, mesmo se tivéssemos tudo, sempre estaria faltando alguma coisa.
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